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Archive for março \31\UTC 2010

Hilário!

Não há outra forma de descrever  o filme “Mauro Shampoo, jogador, cabeleireiro e homem” , curta-metragem de 2005, dirigido por Paulo Henrique Fontenelle e Leonardo Cunha Lima ,que conta um pouco da trajetória do maior ídolo do Ibis , considerado o pior time do mundo. Sendo um prato cheio para os amantes da face folclórica do futebol

Para se ter uma idéia de sua falta de talento, Mauro  só marcou um gol em toda sua carreira. Mesmo assim, ganhou destaque na mídia,se tornando figura conhecida em programas de Tv, chegando, até mesmo,  a participar do Jô Soares.

Histórias como a origem de seu nome e slogan são de matar de rir.

Quem quiser conferir é só clickar no link:

http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=4544&Exib=5937

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Estão Todos Bem

Confissões de Robert De Niro

Por Bruno Marques

30/03/2010

Discutir solidão de  idosos  não é nenhuma novidade na sétima arte. Nos anos 50, clássicos como “Morangos Silvestres” de Ingmar Bergman, “Viagem a Tóquio” de Yasujiro Ozu e “Umberto D” de Vittorio De Sica, apresentaram ao mundo  um olhar sobre este sentimento muito comum nesta fase da vida. No fim dos  anos 80, foi a vez de Giuseppe Tornatore, diretor do clássico italiano “Cinema Paradiso”, retomar a discussão com o belo longa “Estamos Todos Bem”, estrelado por Marcello Mastroianni, que, por sua vez, foi  refilmado em 2009 pela Miramax, com o título de  Estão Todos Bem (Everybody’s Fine, 2009).

O  diretor selecionado para o projeto foi Kirk Jones ,o mesmo do infantil  “Nanny McPhee – A Babá Encantada”, que apostando no talento de um elenco estrelar, tentou realizar um  sensível Road Movie sobre o recém-viúvo Frank Goode, vivido por Robert De Niro, que decide cruzar parte da América com o intuito de rever cada um de seus quatro filhos, e assim tentar estreitar os laços afetivos perdidos ao longo dos anos. Porém, durante sua jornada, o aposentado pouco a pouco vai descobrindo  as tristes realidades  das vidas de suas “crianças”.

A família de Frank é formada por Amy (Kate Beckinsale), uma  empresária bem sucedida do ramo da comunicação; o percursionista Robert (Sam Rockwell);  a dançarina Rosie (Drew Barrymore) e o pintor David (Austin Lysy). Já o personagem de Robert De Niro, pertenceu a uma classe operária, e teve que trabalhar duro ao longo dos anos em uma fábrica de fios de telefone, tendo a educação de seus filhos como principal fonte motivadora, tentando assim projetar suas frustrações  profissionais em seus descendentes. Contudo, Frank não contava que tanta dedicação ao trabalho, além de  sérios problemas de saúde, traria o distanciamento de seus filhos.

A trama traz algumas boas surpresas narrativas, como a apresentação dos personagens feitas por meio de fotos e ligações telefônicas, remetendo a um tipo de solidão peculiar à vida moderna, no qual relações interpessoais são feitas a distância,  por meio de aparelhos de comunicação como internet, telefone e celular. Esta discussão é retomada por diversas vezes ao  longo da projeção. Prova disso são as várias cenas de intercalação de quadro de dois personagens conversando ao  telefone, que foram substituídas  por belas imagens de linhas de transmissão, tendo o amanhecer (ou entardecer) ao fundo.

Apesar disso, o filme fica devendo,  principalmente pela grande quantidade de momentos “vazios”, além da falta de conflitos mais relevantes. Por outro lado, estes momentos de tédio transmitem  a monotonia da vida do personagem principal, mas uma questão fica no ar:  se nem mesmo o protagonista se mostra satisfeito com sua rotina, que dirá o público que é obrigado a assistir a ela ? .

Outra falha da produção é o  mau aproveitamento do elenco de apoio, que conta com artistas do calibre de Sam Rockwell e da bela Drew Barrymore, mas não abre espaço para que mostrem seus talentos. Já no caso de Robert De Niro, mesmo não estando entre suas melhores atuações, passa longe de seus fiascos recentes, mostrando que o velho “Touro indomável” continua sendo um ator do primeiro escalão de Hollywood.

Estão Todos Bem deixa a impressão de ser uma fita “bem intencionada”, mas que acrescenta muito pouco ao estilo cinema-terceira-idade, o qual recentemente ganhou novos horizontes com o simpático “Up – Altas Aventuras”,  vencedor do Oscar de melhor animação em 2010 e que subverteu o dramalhão desse tipo de gênero,  ao jogar, literalmente,  o tédio da velhice pelos ares.

Talvez tenha faltado um cachorro falante no projeto de  Kirk Jones!


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Dupla Explosiva

Travolta à Francesa

Por Bruno Marques

25/03/2010

Um ano após a trágica morte de seu filho Jeff, John Travolta está de volta ao cinemas com o filme de ação, dirigido por Pierre Morel , Dupla Explosiva (From Paris With Love,2010). Nele o veterano ator divide cena com o britânico Jonathan Rhys Meyers (“Match Point”), dando vida ao violento agente secreto Charlie Wax, que acaba de chegar a  Paris com a missão de proteger autoridades  americanas de terroristas internacionais.

O roteiro, escrito por Luc Besson em parceria com Adi Hasak, pouco lembra os áureos tempos em que o diretor realizava longas do porte de  “O profissional” e “Nikita”, confirmando sua  atual  fase “homem de negócios” , realizando roteiros e produções em ritmo de “esteira fabril”. Prova disso  é a semelhança entre Dupla Explosiva e a trilogia “Carga Explosiva”  (Alguma coincidência no título em português?), pela qual Besson também foi responsável.

O principal fator que difere a “Dupla” da “Carga” é o ritmo do primeiro,  um pouco mais contido  que o presente na película  protagonizada por Jason Statham. Mesmo assim, não espere uma história convincente, já que tudo parece ser feito  com o pretexto de deixar corpos no chão.

John Travolta, de visual diferente (careca com brinco de  cigano), compreendeu bem  a proposta, tanto que sua performance de piruetas, em meio ao tiroteio frenético é, no mínimo, surpreendente, principalmente se levarmos em conta que o ex-Tony Manero acabou de completar 56 anos de idade. Suas boas cenas de ação são os únicos fatores  que justificam a compra do ingresso.

Violência à parte, o que sobra é a requentada história do policial bonzinho que se vê obrigado a conviver com um parceiro que, por vezes, ultrapassa a barreira da legalidade; mas aos poucos os dois vão minimizando as diferenças e entrando em sintonia.

Na tentativa de retirar um pouco a monotonia da trama, Pierre Morel  tentou inserir algumas surpresas, como a falsa relação entre o  coprotagonista James Reece (personagem de Jonathan Rhys Meyers) e  sua namorada Caroline (Kasia Smutniak) , ou a referência ao clássico diálogo de “Pulp Fiction”, no qual os assassinos  Jules Winnfield (Samuel L Jackson) e Vincent Vega (interpretado pelo próprio John Travolta) discutem  sobre o Royale with cheese, versão francesa do quarteirão com queijo do McDonalds. Porém, mesmo bem intencionados, estes artifícios  não conseguem despistar o olhar do espectador para seu previsível final.

Por não ser um clássico nem um grande fracasso, Dupla Explosiva não estará em  destaque no currículo de nenhum dos profissionais envolvidos na produção, deixando a impressão de que a fita foi apenas uma distração de Travolta durante uma conexão em Paris.

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Certa vez um colunista, cujo nome e veículo não me vem à memória, em sua crítica a “Fahrenheit 9/11”, definiu o estilo interativo realizado por Michael Moore em seus filmes, como o mais próximo que um documentário pode chegar de um filme comercial. Seja lá quem for esta pessoa, ele acertou na mosca, pois a fita, sobre o suposto vínculo entre o governo de George W. Bush e os autores dos atentados de 11 de setembro se tornou o maior sucesso comercial da história dos documentários, arrecadando 23,9 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana de exibição nos EUA.

Portanto, era de se esperar que o diretor de “Tiros em Columbine” voltaria a atacar o governo Bush. Seu primeiro trabalho após o sucesso, “Sicko – S.O.S Saúde ” realizado em 2007, focava no péssimo sistema de saúde de seu país. Já seu último trabalho, “Capitalismo – Uma história de amor” (Capitalism: A Love Story,2009), faz uma autópsia da economia americana pós-falência de seu sistema financeiro imobiliário, aproveitando a oportunidade para jogar os últimos tomates no governo Bush.

Particularmente, concordo com os que acusam o cineasta de sensacionalista e manipulador, mas, se acompanharmos seus argumentos com distanciamento e muito senso crítico, assistir a seus documentários pode ser uma experiência gratificante em alguns momentos. Além do mais, quem na indústria da comunicação é totalmente imparcial em seu discurso?

“Capitalismo – …” segue a mesma estrutura híbrida de suas películas anteriores, fazendo um verdadeiro revezamento narrativo, passando pelo estilo clássico documental (Discovery Channel), cinema direto (Robert Drew) e o modo interativo, do qual o cineasta sai de traz das câmeras e apresenta um discurso não dissimulado.

O último método em questão é aquele em que o cineasta, aparentemente, sente-se mais à vontade, dando a base necessária para que o “ator” Moore apresente ao público seu estilo irônico-provocativo, e que mais lembra uma apresentação de stand-up comedy. Já que são muitas as cenas em que a informação é deixada de lado, dando lugar às famosas “gracinhas” do cineasta, que desta vez, diferentemente de seus filmes anteriores, se fazem desnecessárias, já que falar sobre a evolução do capitalismo até a crise faraônica de 2008, necessitaria de um filme de mais ou menos um ano de duração para que não parecesse superficial.

Infelizmente, o resultado acaba sendo este. Mesmo esclarecedor em alguns momentos, o longa se perde ao inserir fatores da vida pessoal do cineasta, como a história de seu pai, um ex-funcionário da GM, que teve a vida arruinada com o fechamento da fábrica da companhia em Flint (caso amplamente discutido em “Roger e Eu”), além de, por vezes, exagerar na velocidade e na quantidade em que estatísticas e provas são inseridas na tela, dando pouco tempo para que o público possa digerir as informações.

Apesar disso, o maior problema do documentário é sua total perda de foco nas acusações . Em determinado momento, acusa o governo Bush pela tragédia;  em outros, a culpa é das grandes corporações e de Wall Street; no entanto, acaba se esquecendo de que o povo americano também foi conivente com este modelo de governo  ultracapitalista ao reeleger o presidente republicano em 2004.

“Capitalismo – Uma história de amor” termina em clima de final feliz, ao fazer menção à chegada de Barack Obama ao poder, sendo apontado como o novo herói americano. Esta atitude encerra o “emprego” de crítico do presidente no qual Michael Moore atuou durante toda a era Bush.

Resta agora aguardar o próximo filme do cineasta, provavelmente sobre pássaros ou fósseis de dinossauro.

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OFF – TOP 5

Aproveitando minha total falta de assunto sobre cinema, resolvi postar meu top Five dos melhores-discos-de-todos-os-tempos-da-minha-adolescência. Antes que alguém reclame, não vivi nos anos 60, esqueçam Beatles e Roling Stones, mesmo sendo bandas monumentais, com seus discos históricos : White Album e Beggar’s Banquer respectivamente, eu ouvia Rage Against the Machine e Nirvana quando era jovem.

Obs:  Seria legal se as 77 pessoas que acessam o blog diariamente também enviassem suas listas, estou começando a desconfiar que a minha mãe anda acessando o site em 77 computadores diferentes.

Segue a lista:

1° Kill Em’ All – Metallica

2° Nevermind – Nirvana

3° Cabeça de Dinossauro – Titãs

4° Ok Computer – Radiohead

5° Batle in Los Angeles – The Batle of Los Angeles

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[REC²]

Mesmo não tendo achado maçante, não entendi os motivos que fizeram de “[REC]” um dos filmes de terror mais comentados de 2008,  já que poder ser considerado uma  mistura tardia de “Resident Evil” com “A bruxa de Blair”. Portanto, não esperava muito de sua sequência, [REC²] (2009), mesmo assim, resolvi dari uma chance para esta produção espanhola, escrita e dirigida pela dupla Jaume Balagueró e Paco Plaza, também responsáveis pela primeira fita.

Porém, após tirar três sonecas ao longo dos 75 minutos de projeção, saí da sessão com a constatação de ter perdido meu tempo. Um leitor mais otimista poderia até dizer: “Pelo menos serve como sonífero”. Errado, foi difícil dormir com tanta gritaria, sorte que estava com sono acumulado.

Até onde consegui acompanhar, a trama se passa quinze minutos após o fim da primeira produção, mais precisamente no exato momento em que uma equipe da Swat se prepara para invadir o prédio infectado  com o poderoso vírus, capaz de transformar pessoas em zumbis. Vale lembrar que esta equipe, além de policiais altamente treinados, é formada por excelentes cinegrafistas, munidos de um verdadeiro big brother em suas roupas, tamanha a quantidade de câmeras que registram cada passo da ação “ultra-secreta”.

A partir daí, o longa pouco se difere do original, usando e abusando de seus próprios  clichês para dar corda a história. Fazendo com que todos aqueles que assistiram à primeira parte  saibam exatamente quando ocorrerá alguma cena macabra.

O  efeito déjà vu se dá, principalmente,  pela falta de criatividade na elaboração do roteiro, que perde tempo tentando dar alguma profundidade para uma história que deveria se preocupar apenas em assustar. Estas “sacadas engenhosas” acabam rendendo situações pouco convincentes, até mesmo para um filme de Zumbis; principalmente por  conta da inserção de fatores religiosos, que supostamente deram origem ao vírus, levando a crer que o vírus não é decorrente de um acidente biológico, mas resultado de uma  obra do Demônio. (Quando não se sabe como resolver problemas estruturais do script é melhor colocar a culpa no Capeta.)

Dentro desta verdadeira aula de falta de imaginação, descobrimos que um dos responsáveis pela evacuação do prédio é um padre (?), o vírus é fruto de uma incorporação ocorrida em uma menina (?), e agora o vaticano necessita do sangue dela para criar um antídoto (?).

Se não bastasse tanta baboseira, a fotografia também tende a completar a insatisfação de quem assiste. Pois obviamente já sabemos que nada é verdade, então qual o motivo da câmera supostamente falhar toda hora, a bateria descarregar e a imagem sair de foco? Se a intenção era usar desses artifícios como forma de tencionar a platéia, a idéia foi por água abaixo, já que os falsos problemas ao invés de amedrontar só fazem aborrecer quem está assistindo.

Dentro das varias bombas presentes no filme, dois departamentos conseguem sair ilesos, ambos ligados à arte, já que os cenários, assim como no primeiro,  continuam ótimos,  e a  maquiagens usadas nos zumbis não deixam nada a desejar  à nenhuma produção americana.

[REC² ] dificilmente agradará ao público, até  mesmo os fãs do primeiro longa vão se decepcionar. Mas, é bom se preparar, pois infelizmente a terceira parte já está a caminho. Espero que não coloquem o Papai Noel ou o coelhinho da páscoa no meio de padres e zumbis. A platéia pode não estar com sono acumulado.

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Em razão da comemoração dos 100 anos do diretor japonês Akira Kurosawa, o instituto Moreira Salles está preparando uma retrospectiva com os principais filmes do diretor de “Os Sete samurais”. O evento terá início no dia 19 de março, e conta com apresentações diárias de clássicos do diretor, além de debates com o cineasta  Walter Salles e o professor da Uff Dr João  Luis Vieira. A mostra vai até o dia 9 de abril.

Para aqueles que pouco conhecem o cineasta a dica é não perder algumas raridades como “O Idiota” (1951), adaptação do clássico de Dostoievski, “Rashomon” (1950), filme que inspirou diretores como Quentin Tarantino e Martin Scorcese, o sangrento “Yojimbo” (1961) e para os fãs de guerra ,“A Fortaleza Escondida”  causará a sensação de dejavú.

Evento imperdível!

Segue a lista completa de filmes:

De 19 de março a 9 de abril

SEXTA 19 DE MARÇO

16h00    Yojimbo (Yojimbo), de Akira Kurosawa (Japão, 1961, 110 min, digital, 16 anos)

20h00    Sanjuro (Tsubaki Sanjuro), de Akira Kurosawa (Japão, 1962, 96 min, digital, 12 anos)

SÁBADO 20 DE MARÇO

14h00    Dersu Uzala (Dersu Uzala), de Akira Kurosawa (Japão/ Rússia, 1975, 144 min, digital, 12 anos)

19h00    Japão, uma viagem no tempo: Kurosawa, pintor de imagens, de Walter Salles (Brasil, 1986, 60 min, digital, livre)

20h00    Anjo embriagado (Yoidore Tenshi ), de Akira Kurosawa (Japão, 1948, 98 min, digital, 14 anos)

DOMINGO 21 DE MARÇO

16h30    Os homens que pisaram na cauda do tigre (Tora no o wo fumu Otokotachi), de Akira Kurosawa (Japão, 1944, 60 min, digital, 12 anos)

20h00    Yojimbo (Yojimbo), de Akira Kurosawa (Japão, 1961, 110 min, digital, 16 anos)

TERÇA 23 DE MARÇO

14h00    Escândalo (Shubun), de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 104 min, digital, 14 anos)

16h00    O idiota (Hakuchi), de Akira Kurosawa (Japão, 1951, 166 min, digital, 16 anos)

19h00    Japão, uma viagem no tempo: Kurosawa, pintor de imagens, de Walter Salles (Brasil, 1986, 60 min, digital, livre)

20h00    Rashomon (Rashomon), de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 88 min, digital, 16 anos)

QUARTA 24 DE MARÇO

14h00    Cão danado (Nora inu), de Akira Kurosawa (Japão, 1949, 122 min, digital, 12 anos)

16h15    Anjo embriagado (Yoidore Tenshi ), de Akira Kurosawa (Japão, 1948, 98 min, digital, 14 anos)

18h00    Duelo silencioso (Shizukanaru Ketto) de Akira Kurosawa (Japão, 1949, 95 min, digital, 16 anos)

20h00    Sonhos (Konna yume wo mita), de Akira Kurosawa (Japão, 1990, 119 min, digital, 12 anos)

QUINTA 25 DE MARÇO

14h00    Escândalo (Shubun), de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 104 min, digital, 14 anos)

16h00    Céu e inferno (Tengoku to Jigoku), de Akira Kurosawa (Japão, 1963, 143 min, digital, 14 anos)

20h00    Trono manchado de sangue (Kumonosu-jo), de Akira Kurosawa (Japão, 1957, 110 min, digital, 16 anos)

SEXTA 26 DE MARÇO

14h00    Homem mau dorme bem (Warui Yatsu Hodo Yoko Nemuru), de Akira Kurosawa ( Japão, 1960, 151 min, digital, 12 anos)

16h30    Dersu Uzala (Dersu Uzala), de Akira Kurosawa (Japão/ Rússia, 1975, 144 min, digital, 12 anos)

19h00    Japão, uma viagem no tempo: Kurosawa, pintor de imagens, de Walter Salles (Brasil, 1986, 60 min, digital, livre) >>> Sessão seguida de debate com Walter Salles.

SÁBADO 27 DE MARÇO

14h00    Kagemusha (Kagemusha), de Akira Kurosawa (Japão, 1980, 180 min, digital, 12 anos)

17h30    Rashomon (Rashomon), de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 88 min, digital, 16 anos)

20h00    Sonhos (Konna yume wo mita), de Akira Kurosawa (Japão, 1990, 119 min, digital, 12 anos)

DOMINGO 28 DE MARÇO

14h00    Dersu Uzala (Dersu Uzala), de Akira Kurosawa (Japão/ Rússia, 1975, 144 min, digital, 12 anos)

16h30    Os sete samurais (Schichinin no Samurai), de Akira Kurosawa (Japão, 1954, 200 min, digital, 10 anos)

20h00    Trono manchado de sangue (Kumonosu-jo), de Akira Kurosawa (Japão, 1957, 110 min, digital, 16 anos)

QUARTA 31 DE MARÇO

14h00    Homem mau dorme bem (Warui Yatsu Hodo Yoko Nemuru), de Akira Kurosawa ( Japão, 1960, 151 min, digital, 12 anos)

17h00    Kagemusha (Kagemusha), de Akira Kurosawa (Japão, 1980, 180 min, digital, 12 anos)

20h00    Não lamento minha juventude (Waiga Seishun ni Kuinashi) de Akira Kurosawa (Japão, 1946, 110 min, digital, 14 anos)

QUINTA 1 DE ABRIL

14h00    Viver (Ikiru), de Akira Kurosawa (Japão, 1952, 143 min, digital, 12 anos)

16h30    Ran (Ran), de Akira Kurosawa (Japão, 1985, 162 min, digital, 16 anos)

20h00    Japão, uma viagem no tempo: Kurosawa, pintor de imagens, de Walter Salles (Brasil, 1986, 60 min, digital, livre); A.K. Retrato de Akira Kurosawa (A.K Portrait d’Akira Kurosawa), de Chris Marker (França, 1985, 75 min, digital com legendas eletrônicas, livre)

SEXTA 2 DE ABRIL

14h00    Yojimbo (Yojimbo), de Akira Kurosawa (Japão, 1961, 110 min, digital, 16 anos)

16h00    Sanjuro (Tsubaki Sanjuro), de Akira Kurosawa (Japão, 1962, 96 min, digital, 12 anos)

18h00    Trono manchado de sangue (Kumonosu-jo), de Akira Kurosawa (Japão, 1957, 110 min, digital, 16 anos)

20h00    Cão danado (Nora inu), de Akira Kurosawa (Japão, 1949, 122 min, digital, 12 anos)

SÁBADO 3 DE ABRIL

14h00    A fortaleza escondida (Kakushi Toride No San-Akunin), de Akira Kurosawa (Japão, 1958, 139 min, digital, 14 anos)

16h30    Céu e inferno (Tengoku to Jigoku), de Akira Kurosawa (Japão, 1963, 143 min, digital, 14 anos)

19h00    Os sete samurais (Schichinin no Samurai), de Akira Kurosawa (Japão, 1954, 200 min, digital, 10 anos)

DOMINGO 4 DE ABRIL

14h00    Ran (Ran), de Akira Kurosawa (Japão, 1985, 162 min, digital, 16 anos)

16h30    Madadayo (Madadayo), de Akira Kurosawa (Japão, 1993, 134 min, digital, 12 anos)

19h00    Kagemusha (Kagemusha), de Akira Kurosawa (Japão, 1980, 180 min, digital, 12 anos)

TERÇA 6 DE ABRIL

14h00    Viver (Ikiru), de Akira Kurosawa (Japão, 1952, 143 min, digital, 12 anos)

17h00    A fortaleza escondida (Kakushi Toride No San-Akunin), de Akira Kurosawa (Japão, 1958, 139 min, digital, 14 anos)

20h00    Não lamento minha juventude (Waiga Seishun ni Kuinashi) de Akira Kurosawa (Japão, 1946, 110 min, digital, 14 anos)

QUARTA 7 DE ABRIL

14h00    Homem mau dorme bem (Warui Yatsu Hodo Yoko Nemuru), de Akira Kurosawa ( Japão, 1960, 151 min, digital, 12 anos)

17h00    Os sete samurais (Schichinin no Samurai), de Akira Kurosawa (Japão, 1954, 200 min, digital, 10 anos) >>> Sessão seguida de debate com João Luiz Vieira

QUINTA 8 DE ABRIL

14h00    Madadayo (Madadayo), de Akira Kurosawa (Japão, 1993, 134 min, digital, 12 anos)

17h00    A fortaleza escondida (Kakushi Toride No San-Akunin), de Akira Kurosawa (Japão, 1958, 139 min, digital, 14 anos)

20h00    Trono manchado de sangue (Kumonosu-jo), de Akira Kurosawa (Japão, 1957, 110 min, digital, 16 anos)

SEXTA 9 DE ABRIL

14h00    Cão danado (Nora inu), de Akira Kurosawa (Japão, 1949, 122 min, digital, 12 anos)

16h00    Duelo silencioso (Shizukanaru Ketto) de Akira Kurosawa (Japão, 1949, 95 min, digital, 16 anos)

18h00    Escândalo (Shubun), de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 104 min, digital, 14 anos)

20h00    Rashomon (Rashomon) de Akira Kurosawa (Japão 1950. 88’)

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