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Archive for dezembro \30\UTC 2009

La Nana

“As grandes convivências estão a um milímetro do tédio.”

É com esta frase de Nelson Rodrigues que começo o texto sobre o filme La Nana (idem,2009), pois acredito seja a forma mais simples de resumir a película, já que a obra é tão divertida quanto passar roupas, lavar pratos e passar aspirador de pó pela casa. Então, sabe-se lá porque  cargas d’água a fita fez tanto sucessos em festivais, chegando ao ponto de ser indicada ao globo de ouro de melhor filme estrangeiro.

Dirigido pelo jovem cineasta chileno Sebastian Silva, conta a história de Raquel, uma empregada doméstica sociopata, que trabalha a 23 anos (Daí a frase do início) cuidado dos filhos de um rico casal chileno. Devido ao convívio, La Nana foi aos poucos se sentindo parte da família. Porém, tudo irá mudar quando a patroa decide colocar uma ajudante, fazendo com Raquel faça de tudo para se livrar da nova empregada.  A partir daí o filme se prende as insuportáveis “picuinhas” entre domésticas.

Pouco sabemos sobre o passado de Raquel e suas motivações,  principalmente quais foram as motivações do cineasta de fazer um filme sobre um personagem tão pouco atraente . A todo momento esperamos que a história avance, mas tudo acaba se transformando em um carrossel que gira em torno do tédio. Até mesmo pequenos conflitos são deixados de lado, como  a conturbada relação da doméstica com a filha do casal, sua vida sexual mal resolvida ou sua relação com sua família biológica.

Tecnicamente o filme é péssimo, principalmente a fotografia, lembrando os filmes do movimento Dogma 95, em que só era permitido câmera na mão e do tipo VHS.

Talvez a única coisa que preste no filme seja a atuação de Catalina Saavedra, que esta muito convincente como empregada chata e desinteressante.

Alguns poderão dizer um monte de baboseiras, bem ao estilo intelectual-Maria-vai-com-as-outras, do tipo: um estudo sobre o microcosmos das domésticas e seus conflitos cotidianos ou uma tocante análise sobre as novas relações familiares. Tudo besteira, o filme é muito ruim.

Nada contra as domésticas, mas deve se reconhecer que não é uma profissão muito atraente para se desenvolver um roteiro de uma hora e trinta minutos.

Se mesmo assim você, leitor, quiser  assistir a um filme sobre o assunto, recomendo que assistia Vestígios do Dia com Anthony Hopkins, com certeza será uma experiência bem mais interessante.

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Éden à Oeste

Parecia que este ano estava perdido para o cinema europeu, já que poucos bons filmes  foram realizados. Não consigo lembrar de nada mais relevante que  A fita Branca de Michel Haneke e Anticristo de Lars Von Trier. Mas, eis que aos 45 minutos do segundo tempo surge a  luz no fim do túnel:  Éden à Oeste( Eden a L’Ouest,2009) novo filme do mestre Constantin Costa-Gavras, que volta as telas mais antenado que nunca no que diz respeito ao cenário político mundial.

Sua fase atual está mais para crítico dos efeitos colaterais do capitalismo, do que propriamente denúncia política, já que este método se esgotou  após  ter realizado alguns dos maiores filmes do gênero como Z, Desaparecido e  Estado de Sítio. Éden à Oeste revela um diretor mais lúdico e bem humorado, tanto que Costa-Gavras se permite até  inserir pitadas de fantasia em seu novo filme .

O roteiro (como sempre primoroso) conta a história de Elias, um jovem imigrante de país não revelado, que tenta chegar a Paris, Ou Éden como o título sugere, para tentar ganhar o pão nosso de cada dia. Em seu caminho muitos conflitos e perseguições, que revelam a triste condição de imigrante em um país tão hostil como a França.

Elias, vivido pelo ator italiano Riccardo Scamarcio de Meu irmão é filho único, é uma espécie de Carlitos pós-moderno, pois assim como Charles Chaplin em Tempos Modernos,  o ator passa grande parte do filme mudo, já que não dominar o francês. Outra clara semelhança com o personagem é a forma como ele enfrenta as inimizade de autoridades e da população de forma criativa e indiferente,  assim como o vagabundo do cinema mudo.

Mesmo sendo um filme descontraído na maior parte do tempo, a produção  também conta com algumas cenas fortes, em uma delas Elias é obrigado a desobstruir o cano de  uma privada sem o uso de desentupidor. Além de algumas metáforas cruéis sobre a condição de imigrante, como a cena em que Elias é jogado dentro de uma privada em um número de mágica ou a forma como todos querem se aproveitar do personagem, visando ganho financeiro ou realizações sexuais.

Segundo o diretor em entrevista concedida durante o festival de recife, queria mesmo reproduzir o problema sobre a imigração de forma menos dramáticas que filmes atuais  como Código Desconhecido e Entre os Muros da Escola, ambas produções de nacionalidade francesa. Na mesma entrevista o diretor resumiu: “Jacques Tati dizia que não precisava de gags para fazer comédia, bastava olhar para a sociedade”.

Éden à Oeste pode não ser tão impactante quanto seus filmes antigos, porém a forma como Costa-Gavras trabalha as oscilações dos níveis de tensão continua a mesma de sempre, porém ao invés de só tencionar a platéia agora o diretor também faz rir um bocado.

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E sua mãe também

E sua mãe também (Y su mama tambien,2001) talvez tenha ido mais longe do que os irmãos Alfonso e Carlos Cuaron tenham imaginado quando escreveram esse road-movie pós-dramático adolescente com grande teor existencialista. Ambos conquistaram o prêmio de melhor roteiro do festival de Veneza, além de indicações ao Oscar e globo de ouro, assim como rasgados elogios por parte da imprensa especializada ao redor do mundo.

Mas afinal, o que tem de tão bom E sua mãe também, que difere de outros filmes com temática adolescente?

Pois assim como Porky’s e A vingança dos Nerds, o filme conta com linguajar desleixado, humor inocente e temática sexual.

A fita conta a história de Tenoch e Julio, dois amigos inseparáveis que vivem o auge de suas efervescências hormonais. Os dois acabam entrando em entediante rotina após a viagem de suas respectivas namoradas à Itália. Para tentar amenizar a solidão, os dois convidam Luisa, uma espanhola mais velha, esposa de um primo burguês de Tenoch, para ir a uma praia fictícia chamada Boca do Céu. Surpreendentemente a moça aceita, dando início a uma viagem de  grandes descobertas para os três.

Se você, leitor, que não assistiu ao filme, esta achando o enredo um pouco básico demais para um filme de êxito comercial tão grande, você não está errado, daí o comentário do primeiro parágrafo sobre as pretensões de seus realizados.

Já respondendo ao segundo parágrafo: Talvez o que tenha feito do filme um ícone do cinema latino-americano, seja a forma como o filme faz a fusão entre a narrativa clássica, lembrando séries de TV e cinema hollywoodiano, com um estilo peculiar ao cinema independente europeu, principalmente aos filmes nouvelle vague francesa dos anos 60.

Esta segunda influência é mais evidente pela forma como o filme faz uso de uma voz narrativa heterodiegética, lembrando clássicos como Masculino e feminino de Jean Luc Godard e Jules e Jim de François Truffaut. Nela o narrador interrompe a trama a todo momento, por vezes em meio a ações e diálogos dramáticos, para adicionar informações pertinentes a trama, sempre se preocupando em manter distancia dos fatos apresentados, tanto que não é possível identificar a voz como sendo de um do protagonistas ou antagonistas da trama, tirando o tom de nostalgia da trama.

Por vezes, esta voz substitui os insuportáveis diálogos explicativos, quase sempre pobres e inverossímeis, em que o personagem fala ao público tentando não parecer que está se dirigindo a ele.

Outro grande mérito desse recurso é que ele se preocupa em não repetir o que está sendo mostrado na tela, procurando sempre dar uma informação da biografia de algum personagem, ou, antecipando algum fato relevante sobre o futuro dos personagens, sendo este narrador uma espécie de Deus que domina todo o saber e está em todos os lugares. Esta inovação, ou reciclagem (se assim preferir) da narração talvez seja o principal fator que difere este roteiro de tantos outros American Pie’s .

Em um entrevista contida no excelente livro “Lições de Roteiristas” de Kevin Coroy Scott, Carlos Cuaron afirmou:

“… Então percebemos (Carlos e Alfonso) que, através do narrador, poderíamos descobrir um personagem completo, que é o México, o narrador junto com os elementos visuais…” *

Pode parecer estranho, mas não é um absurdo, já que nela estão contidos não somente fatos ligados aos personagens e seus universos pessoais, mas acontecimentos políticos e sociais daquele país, sempre representados de forma a construir um retrato alegórico do México atual, já se expõe várias facetas do país em questão, sempre procurando não maquiar seus problemas sociais ou tentar promover o mercado turístico daquele país. A todo momento vemos pessoas humildes, cidades extremamente pobres e exemplos de suas culturas populares.

E sua mãe também foi o primeiro filme de muitos outros estrelados pela dupla de queridinhos do cinema mexicano, Gael Garcia Bernal e Diego Luna. Sempre achei os dois atores ótimos, e aqui não é diferente.

Porém o maior destaque no que diz respeito as atuações fica por conta da sempre competente atriz Maribel Verdú, que está esplêndida no filme. Ela consegue equilibrar o tom melancólico da personagem com um senso de humor muito bem apurado. Prova maior da competência da atriz é que não se enquadra no tipo físico mais condizente com o personagem, pois possui uma beleza exótica que não agrada a todos. Já que  possui expressões fortes, dentes grandes além de ser muito magra. Porém, sua caracterização como mulher bem resolvida, de sexualidade pouco recatada e postura altiva dão grande atrativo a Luisa, sendo impossível não se sentir atraído por ela durante a projeção.

Muito se falou da época do clímax, em que ocorre um ménage à trois entre os protagonistas, pois para desespero dos mais tradicionalistas, a cena culmina em um beijo ardente entre Diego Luna e Gael Garcia Bernal. Confesso que da primeira vez que assisti a cena fiquei um pouco chocado, já que em nenhum momento percebi indícios homossexuais entre os dois durante a história.

Contudo, assistindo ao filme pela segunda vez, com mais atenção, percebi que a cena é muito coerente para o final da trama, já que o tratamento entre os dois personagens levam a crer que de alguma forma existe uma atração sexual entre os dois desde o início do filme. Vide a cena em que ambos se observam tomando banho ou a cena em que se masturbam na piscina.

Passados 8 anos desde seu lançamento, E sua mãe também continua a ser uma das maiores vitrines do cinema mexicano ao lado de produções como Amores Brutos e o Labirinto de Fauno. Uma produção inesquecível, que abriu novos rumos para o cinema latino-americano, mérito dos total dos  irmãos Cuaron e Maribel Verdú.

* SCOTT, Kevin Conroy, “Lições de Roteiristas”, Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, RJ, 2008 – Pág 80

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Se Beber, Não Case

Fazia algum tempo que não assistia a uma boa comédia politicamente incorreta.Talvez o britânico Borat:O segundo melhor repórter do glorioso País Cazaquistão viaja à América, realizado em 2006, tenha sido o último filme desse gênero que conseguiu arrancar algumas boas gargalhadas. Passados três anos  desde de seu lançamento, Se Beber, não case (The Hangover,2009) foi a chuva de risos que molhou o meu deserto de indiferença, causado pelo número cada vez menor de filmes engraçados que chegam aos cinemas.

O enredo conta a história de quatro amigos que vão para Las Vegas com o intuito de realizar uma histórica despedida de solteiro. Já na primeira noite, os quatro saem para a farra e passam do ponto.

No dia seguinte, três deles acordam no quarto do hotel submersos no mundo da ressaca, o lugar está completamente desarrumado, com direito a galinha andando pela sala, bebê preso no armário e um tigre no banheiro. Para piorar, ninguém lembra do que houve na noite anterior, muito menos o paradeiro de Doug (o noivo). Começando a trajetória de Phil (o Bonitão), Stu (o nerd) e Alan (O gordo) em busca do paradeiro do amigo desaparecido, antes do começo da cerimônia de casamento.

A história então ganha rumo diferente neste ponto, se transformando em uma inusitada mistura de filmes como O virgem de 40 anos com O assassinato no expresso do Oriente. Já que o grupo passa a procurar por indícios do paradeiro de Doug, assim como o inspetor Hercule Pairot na adaptação do livro de Aghata Christie, retomando o caminho inverso da noite anterior. Somando este mistério piadas  grosseiras e hilárias, que muito lembram as do filme estrelado por Steve Carell.

O principal responsável por estas cenas  é Zach Galifiana, que vive Alan, um gordo barbudo, semi-deficiente mental, sem a menor ética. O cara é ótimo, consegue arrancar piada até sobre o holocausto, além de ser responsável por uma das cenas gratuitas mais hilárias que já assisti, nela o ator simula a masturbação de um bebê.

Contudo, os outros três personagens principais conseguem obter desempenhos satisfatórios, cada um contribuindo com atuações adequadas a cada um de seus personagens. O mesmo ocorre com relação ao elenco de apoio, com destaque para a simpática prostituta vivida por Heather Graham e Mike Tyson, que até consegue bom desempenho atuando como ele mesmo.

Todd Phillips, diretor do longa, é o grande responsável por Se beber, não case contar com desempenhos tão uniformes. Assim como utilizar soluções criativas no desenvolvimento da trama, principalmente a forma como resolve o grande mistério da fatídica noite.

Sinceramente duvidei da qualidade do filme antes de assisti-lo, porém todos os pré-julgamentos foram colocados de lado logo no início da projeção. Não sei se o filme tem o mesmo impacto nas versões dubladas, já que algumas piadas provavelmente foram  perdidas na tradução. Mesmo assim o filme não deve ter perdido  seu encanto, já que conta situações hilárias mesmo quando os atores estão calados.

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O silêncio dos inocentes

Os oito dias entre 24 de dezembro  e 01 de janeiro corresponde ao período do ano em que todo mundo fica muito ocupado preparando o amigo oculto, enfrentando filas homéricas no supermercado para comprar o pão da rabanada, ouvindo as insuportáveis músicas de natal e principalmente: passam os dias de bobeira.

Eu que também sou filho de Deus não sou diferente, tanto que deixei de lado o monte de filmes que estrearam no cinema e assisti a um de meus filmes prediletos  O silêncio dos inocentes (The Silence Of the Lambs, 1991).

Uma Produção que reflete bem o espírito natalino! rs

Não vou ficar aqui comentando sobre aspectos da produção, as atuações ou o roteiro, tentando fazer aquele texto xarope com cara de bula de remédio, NÃO, quero me libertar disso, pelo menos no Natal.

O filme é excelente, talvez o melhor de Serial Killer já feito, o clima de tensão é ótimo (sempre me borro na sequência final em que a personagem de Jodie Foster é perseguida no escuro pelo maníaco transexual) e como todos sabem Anthony Hopkins parece mesmo um canibal.

Não encontrei falhas no filme, se alguém encontrar alguma me manda que eu publico, já que sentei e relaxei assistindo não reparei em nada.

É com este texto super preguiçoso que eu desejo aos meus 10 leitores um feliz natal!

Nota 10

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Guerra ao Terror

Talvez no célebre livro “Hitchcock / Truffaut: Entrevistas” esteja descrita  a melhor explicação  sobre o artifício de se fazer um bom suspense. Segundo o mestre Alfred Hitchcock, o terror anda de mãos dadas com a surpresa . Um exemplo clássico é uma história em que dois homens conversam em uma sala, Em cima de uma mesa está uma caixa...

De repente Boom !!! Uma bomba fez com que tudo fosse pelos ares. Todo a platéia se aterroriza

Já no caso do suspense, a surpresa é completamente descartada. Os dois personagens conversam na mesma sala. Sobre a mesa , a mesma caixa. Só que desta vez o  público sabe que dentro dela está uma bomba programada para explodir m poucos minutos. O tempo passa e à medida que a hora da explosão se aproxima , aumenta o terror da platéia.

Esta simples parábola ilustra muito bem  o poder que o suspense tem de segurar a atenção do espectador. Com certeza a diretora americana Kathryn Bigelow tinha total noção disso, ao realizar o tenso filme  Guerra ao terror (The Hurt Locker), usando esse artifício em  grande parte do filme.

A fita já começa em ritmo frenético, mesmo antes de apresentar os personagens, mostrando um grupo de soldados americanos tentando desarmar uma bomba no centro de uma cidade iraquiana. O desenvolvimento da sequência não é muito diferente do exemplo dado acima. À  medida que o tempo passa e as dificuldades de desarmar a bomba  se tornam maiores, o público vai ficando refém da tensão. A sequência termina de forma brilhante,  com uma explosão de imensas proporções ,  fazendo inveja  a produções como Matrix ou Rambo.

O roteiro conta a história de dois sargentos da divisão anti-bombas do exército americano, vividos por Jeremy Renner e Anthony Mackie ,que lutam diariamente para não ir pelos ares. A  história escrita por Mark Boal,  se prende muito pouco as lições de moral, patriotismo exagerado ou  tentativas de justificar o fiasco que se transformou a guerra do Iraque. Optando  por realizar um filme que privilegia cenas tensas do cotidiano, “mundo cão”,  dos soldados  americanos que exercem a mais ingrata profissão da face da terra. Ao longo da história o roteirista va empilhando sequências tensas,  uma encima da outra,  sem deixar que o público pare para respirar.

Kathyn Bigelow, que já havia dirigido filmes como Caçadores de Emoções e K19: The widowmaker , acertou ao optar por uma captação de imagens em um estilo mais jornalístico, lembrando O falcão negro em perigo de Ridley Scott, usando e abusando da câmera na mão e consequentemente desnorteando a platéia nas cenas de ação, transmitindo a mesma confusa sensação vivida pelos soldados de se lutar contra inimigos invisíveis disfarçados de civis.

Guerra do Terror com certeza é o filme que melhor representou o caos em que o Iraque se transformou, optando por um discurso moderado, mais parecido com o de Barack Obama do que o de George W.  Bush. Esta posição política fica clara no momento em que os dois protagonistas conversam sobre o nome do campo em que os soldados se concentram, logo no início do filme.Porém, no epílogo temos uma pequena degustação  da velha propaganda: Join with us do Tio Sam.

Mesmo assim é de se louvar toda a produção, já que grande parte do filme foi realizado na Jordânia, mais precisamente a 10 km da fronteira com o Iraque, o que demonstra toda a boa vontade dos realizadores de realizar um projeto o mais próximo da realidade possível. Com certeza, se neste mundo estivesse, Hitchcock aprovaria o filme de Kathryn Bigelow.

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Avatar detona as bilheterias

Como era de se esperar o novo filme de James Cameron iniciou de forma grandiosa sua performance nas bilheterias americanas. Em seu primeiro dia de exibição o longa arrecadou nada menos que 27 milhões de dólares, se transformando na maior bilheteria da Fox em um dia de estréia em Dezembro.

Já no quadro geral de todos os lançamentos o filme figura na terceira posição, atrás de sucessos como “Eu sou a Lenda” e “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei”.

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